<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035</id><updated>2011-08-02T14:10:39.526-03:00</updated><title type='text'>datas e nomes</title><subtitle type='html'>(amanhã vamos rir de tudo isso.)</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://datasenomes.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>58</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-5703811313779911096</id><published>2010-01-13T00:19:00.003-02:00</published><updated>2010-01-13T00:29:17.628-02:00</updated><title type='text'>penso, logo não durmo.</title><content type='html'>as horas estão passando no meu relógio de parede, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;tic tac&lt;/span&gt;. são velozes, são hostis. estão incansavel e torturantemente conectadas aos meus pensamentos de outrora. na escuridão do quarto e no calor da noite brotam, das mais variadas origens, as imagens que quero esquecer. penso, logo não durmo. penso, logo não durmo.&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; penso, logo não durmo!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e me livro do nexo, do senso... vou me perdendo entre as teclas num jogo de letras, fonemas, palavras, suor, medo, recordações, desassossego. não desligo, não apago, não consigo. me resta o barulho incômodo dos dedos no teclado e a esperança de que o sono venha a galope, ainda que me angustie pensar nos sonhos porvir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;como posso silenciar minhas lembranças?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-5703811313779911096?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/5703811313779911096'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/5703811313779911096'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2010/01/penso-logo-nao-durmo.html' title='penso, logo não durmo.'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-7181454242632445201</id><published>2009-03-27T18:17:00.001-03:00</published><updated>2009-03-27T18:18:34.503-03:00</updated><title type='text'>happy place.</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;go to your happy place, bella.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;it won't take too long.&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;toda vez que eu consigo chegar no meu "lugar feliz", alguém rasga a bolha e a realidade invade...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-7181454242632445201?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/7181454242632445201'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/7181454242632445201'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2009/03/happy-place.html' title='happy place.'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-5986259587215400130</id><published>2009-03-23T10:31:00.006-03:00</published><updated>2009-03-23T10:54:09.257-03:00</updated><title type='text'>cuidado, cão anti-social.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;eu nunca fui anti-social. eu sempre fui tímida, mas eu sempre soube contornar isso com simpatia e prestatividade... se é que isso é uma palavra. eu sempre roí as unhas de nervoso quando mudava de escola ou começava um novo curso, sempre tive aquela péssima sensação de chegar num lugar cheio de rostos desconhecidos e precisar, desesperadamente, interagir com alguns, ao menos. mas eu sempre consegui. porque eu sorria, falava meia dúzia de coisas agradáveis e educadas e oferecia ajuda. sempre. e assim eu conquistava as pessoas e não demorava muito pra me sentir inserida no contexto. nice.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;aí eu conheci um monte de gente ao mesmo tempo. tipo um trem parando na plataforma e um monte de gente descendo junta e ficando em volta de mim. assim, sem aviso prévio. um montão de gente. e, de novo, aquela sensação desconfortável de precisar interagir se instalou em mim. e eu pensei que se eu pudesse ser simpática e prestativa, rapidamente eu dominaria a situação. na minha cabeça, ao menos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;eu tentei. de todas as formas que eu podia imaginar, até. eu sorri, eu brinquei, eu ofereci todo tipo de ajuda, eu fotografei, eu dei o ombro, eu fui buscar água, eu ouvi e não respondi quando achei que estava errado e que deveria ter sido respondido. eu respeitei os silêncios e as palavras, mesmo achando muitas delas desnecessariamente colocadas em discursos que, cá entre nós, nunca fizeram nenhum efeito. mas eu agi da melhor maneira possível tentando, ao menos, receber alguma demonstração de respeito e gratidão de volta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e nada. nadica de nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;então eu decidi que os seres humanos não mereciam meu esforço. sabe? pra que simpatia se a gente não recebe simpatia de volta? não recebe sorriso, não recebe palavra amiga, não recebe nem uma demonstraçãozinha de respeito ou de agradecimento pelo que a gente fez... então foi assim. e assim eu decidi que eu não ia me esforçar mais mesmo com ninguém. e que se os seres humanos quisessem ver o quão bacana eu posso ser, eles que viessem até mim. eu que não ia mais me dar ao trabalho de ser uma pessoa agradável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e eu espero que isso explique o meu atual nível de anti-socialidade. não, eu não quero conhecer ninguém. e nem quero ter novos amigos. e nem preciso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;como o caio disse no post sobre a metáfora de felicidade e balões [&lt;a href="http://verdademais.blogspot.com/2009/03/te-desafio.html"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;leiam aqui&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;], eu supervalorizo os balões das pessoas e se eles murcham - e quase constantemente murcham - então não preciso me esforçar pra criar um vínculo com um balão que vai murchar mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ora bolas. ou balões.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-5986259587215400130?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/5986259587215400130'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/5986259587215400130'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2009/03/cuidado-cao-anti-social.html' title='cuidado, cão anti-social.'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-3934678841213299949</id><published>2009-03-22T11:53:00.002-03:00</published><updated>2009-03-22T11:58:08.740-03:00</updated><title type='text'>meu olhar atento.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;vou resumir esse fim de semana em um daqueles ditos sábios que os velhos repetem por aí:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"se tem olhos, vê.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;se podes ver, repara."&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;tem gente vendo e não reparando. mas quem eu posso culpar? olhar atento não é uma condição para a existência de todos os seres humanos. aliás, é um dom e uma maldição ao mesmo tempo. e às vezes eu odeio carregar isso em mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;não veja apenas porque você tem olhos. repare no que você está vendo. e sinta... investigue, procure saber o porquê daquilo que você vê. e pense em como ajudar, como compartilhar, o que fazer. não é tão difícil assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;eu consigo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-3934678841213299949?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/3934678841213299949'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/3934678841213299949'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2009/03/vou-resumir-esse-fim-de-semana-em-um.html' title='meu olhar atento.'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-8055160661402315247</id><published>2009-03-18T21:37:00.001-03:00</published><updated>2009-03-18T21:38:44.452-03:00</updated><title type='text'>more.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;citando o andré que, por sua vez, regravou sisters of mercy:&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;i want more. and i need all the love i can get.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-8055160661402315247?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/8055160661402315247'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/8055160661402315247'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2009/03/more.html' title='more.'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-2857301282431262678</id><published>2009-03-10T12:45:00.001-03:00</published><updated>2009-03-10T12:46:55.886-03:00</updated><title type='text'>ana, a pequena viking.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;e eu vou enfrentar as coisas como a pequena viking que eu sou. *sorri*&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-2857301282431262678?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/2857301282431262678'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/2857301282431262678'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2009/03/ana-pequena-viking.html' title='ana, a pequena viking.'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-8285719180617790966</id><published>2009-03-09T23:47:00.003-03:00</published><updated>2009-03-09T23:59:00.255-03:00</updated><title type='text'>not ready to get up.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;vem aí uma longa semana, de segunda à segunda. e eu tô cansada. mesmo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-8285719180617790966?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/8285719180617790966'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/8285719180617790966'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2009/03/not-ready-to-get-up.html' title='not ready to get up.'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' 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src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-6134213419448583645?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/6134213419448583645'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/6134213419448583645'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2009/03/imprinting.html' title='imprinting.'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-8376249191827095122</id><published>2009-03-05T23:01:00.006-03:00</published><updated>2009-03-05T23:36:43.073-03:00</updated><title type='text'>que explique a minha paz.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/nina_fonseca/3217900728/" title="&amp;quot;eclipse&amp;quot;. por Nina Fonseca, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm4.static.flickr.com/3471/3217900728_26111c8c06_m.jpg" alt="&amp;quot;eclipse&amp;quot;." width="240" height="180" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;eu vivo num estado quase permanente de desequilíbrio porque o equilíbrio é delicado demais para todas as coisas que me afetam diariamente. a sensação no fim desses quase três dias de espera é de que já não consigo construir mais nada que faça com que o tempo passe mais rápido. eu leio livros, eu vejo televisão, eu ouço canções e faço trabalhos... me aventuro na cozinha,  me aventuro com as tarefas domésticas - você sabe que eu sou um desastre como passadeira -, saio procurando novidades palpáveis pelas ruas... e nada disso preenche o espaço que fica aqui nesses quase três dias sem você aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;não existe modo de me manter equilibrada quando tudo a minha volta me sacode, me empurra, estende a perna no meu caminho para que eu tropece. não existe esse equilíbrio quando não está aqui a única coisa que me mantém em paz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;então vou esperando como quem espera para nascer ou morrer. há uma urgência na noite de sexta-feira que penetra os ossos, as carnes, os pêlos. e sai pelos poros. são dias difíceis esses quase três. e as horas estacionam cruelmente diante dos meus olhos que checam relógios e celulares a todo momento, impacientemente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;é...&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;canta para mim &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;qualquer coisa assim sobre você&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;que explique a minha paz&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;tristeza nunca mais...&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-8376249191827095122?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/8376249191827095122'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/8376249191827095122'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2009/03/que-explique-minha-paz.html' title='que explique a minha paz.'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm4.static.flickr.com/3471/3217900728_26111c8c06_t.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-6222809587175115831</id><published>2009-01-29T23:17:00.001-02:00</published><updated>2009-01-29T23:17:59.461-02:00</updated><title type='text'>sacrificed.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;fazendo pequenos sacrifícios para atingir a um bem maior.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-6222809587175115831?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/6222809587175115831'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/6222809587175115831'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2009/01/sacrificed.html' title='sacrificed.'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-9044421517352971216</id><published>2009-01-26T15:05:00.003-02:00</published><updated>2009-01-26T15:07:32.126-02:00</updated><title type='text'>love hurts.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;então eu acho que é assim que as coisas devem ser mesmo, não é? o amor vai machucar muito mais do que fazer bem pra gente. pra cada momento de felicidade, uma enxurrada de más notícias, incompreensão, medos... porque o amor é essa coisa repleta de incerteza mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e não senti-lo não seria humano o suficiente pra mim, a humana mais humana de todas as humanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;love hurts,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;but without love i won't survive.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-9044421517352971216?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/9044421517352971216'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/9044421517352971216'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2009/01/love-hurts.html' title='love hurts.'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-6456293194512767222</id><published>2009-01-22T18:37:00.006-02:00</published><updated>2009-03-05T23:11:11.192-03:00</updated><title type='text'>e mais um pouco de meyer.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;porque estou mergulhada em "eclipse" e não consigo ser criativa, apenas me reconhecer nas palavras dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;i&gt;"- &lt;b&gt;o som do seu coração&lt;/b&gt; - continuou &lt;s&gt;ele&lt;/s&gt; mais sério, mas ainda sorrindo um pouco. - &lt;b&gt;é o som mais importante de meu mundo.&lt;/b&gt; estou tão sintonizado nele agora que poderia ouvi-lo a quilômetros de distância. mas nada disso importa. isto - disse &lt;s&gt;ele&lt;/s&gt;, pegando meu rosto. - &lt;b&gt;você. é o que guardo.&lt;/b&gt;"&lt;/i&gt; &lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/nina_fonseca/3293630945/" title="book three - bella. por Nina Fonseca, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm4.static.flickr.com/3587/3293630945_c0bd6a04c7_m.jpg" width="240" height="180" alt="book three - bella." /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-6456293194512767222?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/6456293194512767222'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/6456293194512767222'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2009/01/e-mais-um-pouco-de-meyer.html' title='e mais um pouco de meyer.'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm4.static.flickr.com/3587/3293630945_c0bd6a04c7_t.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-5505500743821726482</id><published>2009-01-21T10:57:00.002-02:00</published><updated>2009-01-23T00:29:18.790-02:00</updated><title type='text'>meyer, de novo.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;i&gt;- vá se divertir - disse a ele. - pegue uns leões da montanha por mim.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;eu jamais admitiria para &lt;s&gt;edward&lt;/s&gt; como era difícil para mim quando ele partia - como aquilo me levava de volta aos pesadelos de abandono. se ele soubesse, se sentiria péssimo e teria medo de me deixar sozinha, mesmo pelos motivos mais necessários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/nina_fonseca/3195907371/" title="but my love is all i have to give... por Nina Fonseca, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm4.static.flickr.com/3122/3195907371_411e45e08f_m.jpg" width="180" height="240" alt="but my love is all i have to give..." /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-5505500743821726482?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/5505500743821726482'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/5505500743821726482'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2009/01/meyer-de-novo.html' title='meyer, de novo.'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm4.static.flickr.com/3122/3195907371_411e45e08f_t.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-1734754615671922742</id><published>2009-01-16T12:56:00.003-02:00</published><updated>2009-01-16T12:58:37.421-02:00</updated><title type='text'>é ferida que dói e se sente sim, senhor.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;por um momento me ocorreu pegar um trabalho no "o povo", de domingo a domingo. por um momento, me ocorreu voltar a ter minha vida de solteira quando eu não sentia falta de ninguém. muitas coisas me ocorreram por um momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;mas mais vale a pena sofrer assim, sentir dor, chorar, não dormir...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o amor é assim, não é?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-1734754615671922742?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/1734754615671922742'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/1734754615671922742'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2009/01/por-um-momento-me-ocorreu-pegar-um.html' title='é ferida que dói e se sente sim, senhor.'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-3340320341362010479</id><published>2009-01-14T12:47:00.002-02:00</published><updated>2009-01-14T12:49:00.670-02:00</updated><title type='text'>navalha na carne.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;eu quis me cortar. achei que, talvez, a dor física inibisse a psicológica. mas fui covarde e só consegui riscar a pele de forma que agora, três dias depois, não aparece nem cicatriz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;preciso de novas soluções.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-3340320341362010479?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/3340320341362010479'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/3340320341362010479'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2009/01/navalha-na-carne.html' title='navalha na carne.'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-7633074951010137610</id><published>2009-01-09T09:48:00.002-02:00</published><updated>2009-01-23T00:29:53.546-02:00</updated><title type='text'>meyer.</title><content type='html'>&lt;blockquote style="font-style: italic;"&gt;a morte é acalentadora. fácil.&lt;br /&gt;a vida é muito mais difícil.&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-7633074951010137610?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/7633074951010137610'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/7633074951010137610'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2009/01/meyer.html' title='meyer.'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-2925943537658827338</id><published>2009-01-08T21:34:00.000-02:00</published><updated>2009-01-08T21:35:51.041-02:00</updated><title type='text'>quintana.</title><content type='html'>&lt;blockquote style="font-style: italic;"&gt;e a minha poesia é um vício triste,&lt;br /&gt;desesperado e solitário...&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-2925943537658827338?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/2925943537658827338'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/2925943537658827338'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2009/01/quintana.html' title='quintana.'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-655225539925411434</id><published>2009-01-08T09:44:00.005-02:00</published><updated>2009-01-08T09:53:03.763-02:00</updated><title type='text'>i'm only human, of flesh and blood i'm made.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;mais alguns meses de choradeira, dores monstras de cabeça, crises bulímico-nervosas, doença semana sim e semana não. mais abandono pela frente... mais me sentir como uma obrigação que toma tempo destinado ao descanso e menos como uma companhia pra todas as horas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;é difícil ser humana e sentir todas essas coisas. achar que a gente merece mais do que três horinhas depois de um treino, na noite anterior a um jogo. é complicado achar que a gente faz tudo que é fisicamente possível, que troca as prioridades, que deixa de fazer as coisas que quer e gosta pra ficar junto porque isso é tão mais importante que o resto todo... e a gente ganha três horas entre um treino e um jogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;não consigo não sentir, me desculpe. sou humana, me sinto deixada de lado, pouco importante, um estorvo, uma obrigação...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-655225539925411434?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/655225539925411434'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/655225539925411434'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2009/01/mais-alguns-meses-de-choradeira-dores.html' title='i&apos;m only human, of flesh and blood i&apos;m made.'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-8497824211125474769</id><published>2009-01-07T12:55:00.004-02:00</published><updated>2009-01-07T12:57:53.434-02:00</updated><title type='text'>a melancolia é a alegria de quem é triste.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;você é sempre tão feliz. e isso sempre me dói. essa coisa de felicidade o tempo inteiro me machuca muito. porque eu preciso ser triste. é coisa minha. mas faz eu perceber que eu moro aqui, respiro esse ar, me corto e sangro, tenho desejos, sofro e gozo. se eu for sempre tão feliz assim, eu vou passar a não existir.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-8497824211125474769?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/8497824211125474769'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/8497824211125474769'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2009/01/voc-sempre-to-feliz.html' title='a melancolia é a alegria de quem é triste.'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-7353256559709764763</id><published>2009-01-07T10:48:00.003-02:00</published><updated>2009-01-07T10:53:53.417-02:00</updated><title type='text'>flightless bird.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;não me deixa ser... ser é difícil, é dolorido, é complicado, é cansativo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-7353256559709764763?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/7353256559709764763'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/7353256559709764763'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2009/01/no-me-deixa-ser.html' title='flightless bird.'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-5215442130340154765</id><published>2008-10-26T23:19:00.006-02:00</published><updated>2008-10-26T23:27:05.759-02:00</updated><title type='text'>a insônia nossa de cada dia.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;tomei pílulas azuis para dormir. chega o fim do ano e o sono vai embora... a pressão de se provar muito para os outros é enorme e me deixa, para variar, insone. uma das coisas que eu realmente não gosto é desse papinho lero-lero "você precisa ser a melhor no que você faz". quer saber? abomino essa coisa toda. infelizmente, o mundo não está nem aí para o que eu abomino ou para qual método de lidar com a vida e com os outros seres humanos eu utilizo. então é isso, assim cruel mesmo. perco noites de sono pensando em me superar numa prova aqui, no trabalho ali e por aí vai... sempre com essa necessidade de, no fim, provar para o mundo que eu mereço meu lugar nele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;mas, agora, preciso esperar meia hora pelo sono dos justos que comprei na farmácia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-5215442130340154765?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/5215442130340154765'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/5215442130340154765'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2008/10/insnia-nossa-de-cada-dia.html' title='a insônia nossa de cada dia.'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-1672606237389090727</id><published>2008-10-25T01:03:00.004-02:00</published><updated>2008-10-26T23:29:02.362-02:00</updated><title type='text'>felicidade.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;eu nunca soube dizer coisas felizes... porque a felicidade parece boba. ou, talvez, efêmera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;mas, confesso, às vezes é bom ser feliz. às vezes é bom sorrir lembrando de coisas, sorrir ao ver o nome dele no visor do celular, sorrir com uma mensagem instântanea dizendo "saudade". às vezes, só às vezes. porque é efêmero... é étereo... se desfaz.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-1672606237389090727?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/1672606237389090727'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/1672606237389090727'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2008/10/felicidade.html' title='felicidade.'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-6039605929699353672</id><published>2008-10-16T10:51:00.003-03:00</published><updated>2008-10-16T10:53:04.950-03:00</updated><title type='text'>ela é maltratadeira.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;acordei sentindo que hoje só se fazem necessárias essas palavras do lirinha. porque é um blog para criações minhas mas é preciso saber se render aos outros vez em quando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;o prazer de quem tem saudade é saudade todo dia&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;ela é maltratadeira, além de ser matadeira&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;ô saudade companheira de quem não tem companhia&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;eu vou casar com a saudade numa madrugada fria&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;na saúde e na doença, na tristeza e na alegria&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;quando o sono não chegar, no mais distante lugar&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;no deserto beira-mar, dia e noite, noite e dia...&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-6039605929699353672?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/6039605929699353672'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/6039605929699353672'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2008/10/ela-maltratadeira.html' title='ela é maltratadeira.'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-4197107964336436158</id><published>2008-10-14T12:14:00.005-03:00</published><updated>2008-10-25T01:06:50.390-02:00</updated><title type='text'>não tenho medo da morte.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;perdi o medo da morte. às vezes me pego pensando em como seria encará-la de frente. como vai ser quando eu morrer? muitas vezes tenho a impressão de que eu sinto mais falta das pessoas do que elas vão sentir de mim. não tenho mais medo de morrer, mas de ser esquecida... das pessoas seguirem em frente tão rápido que, nem ao menos, eu possa me sentir amada de alguma forma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;se eu morrer amanhã, você vai sentir saudade de mim? e se eu não estiver mais aqui pra fazer as coisas por você, pra ir aonde você for, pra mimar você e cuidar de você como eu venho tentando fazer nos últimos sete meses e meio? será que você vai sentir aquela dor de saudade que eu sinto só de ficar sem ver você dois ou três dias? você nunca mais vai me ver, vai me tocar, vai me ouvir...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e é disso que eu tenho mais medo. não é de morrer, em si. penso que seria até uma espécie de alívio... alívio da alma, do corpo, da mente... um descanso de todos os problemas, de todos os questionamentos, de todas as tristezas que não conseguimos cuidar em vida... mas o meu medo de ir e deixar você aqui é tão grande... é enorme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;do tamanho de um &lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;mamute&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-4197107964336436158?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/4197107964336436158'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/4197107964336436158'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2008/10/no-tenho-medo-da-morte.html' title='não tenho medo da morte.'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-8707375624602753569</id><published>2008-10-08T20:27:00.005-03:00</published><updated>2008-10-08T20:57:52.803-03:00</updated><title type='text'>vermelho.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/SO1DabyXB3I/AAAAAAAAAuI/BMseDCJ_2jc/s1600-h/DSC00113+ii.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/SO1DabyXB3I/AAAAAAAAAuI/BMseDCJ_2jc/s320/DSC00113+ii.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5254930461625878386" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;pintei as unhas de vermelho como se quisesse dizer algo ao mundo... algo esse que nem sei bem. talvez eu quisesse expressar essa pessoa rubra e quente que ainda mora em mim, embora eu pareça morna atualmente. operei mudanças na minha vida. se antes eu derretia as pessoas, hoje eu me derreto. e se eu me espalhava, hoje estou contida. caibo em um ao invés de ser parte de todos. estou me recolhendo na introspecção que não sabia que tinha. o vermelho das unhas é uma pequena rebeldia. e que contrasta bem com o vermelho dos cabelos, antes um outdoor da alma e hoje uma cor, apenas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;talvez isso seja o tal do amadurecimento. pequenas rebeldias pontuadas nos dias. e isso não é bom e nem mau.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-8707375624602753569?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/8707375624602753569'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/8707375624602753569'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2008/10/vermelho.html' title='vermelho.'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/SO1DabyXB3I/AAAAAAAAAuI/BMseDCJ_2jc/s72-c/DSC00113+ii.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-7155567364783001862</id><published>2008-09-29T19:43:00.001-03:00</published><updated>2008-09-29T19:44:26.789-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/SOFaN3FaBkI/AAAAAAAAAto/Fmm32Ivd4og/s1600-h/DSC00079+ii.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/SOFaN3FaBkI/AAAAAAAAAto/Fmm32Ivd4og/s320/DSC00079+ii.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5251577834662135362" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;he keeps a tooth brush in my place&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;as if i had the extra space...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;:&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-7155567364783001862?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/7155567364783001862'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/7155567364783001862'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2008/09/he-keeps-tooth-brush-in-my-place-as-if.html' title=''/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/SOFaN3FaBkI/AAAAAAAAAto/Fmm32Ivd4og/s72-c/DSC00079+ii.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-4364604865598638532</id><published>2008-09-28T08:04:00.005-03:00</published><updated>2008-09-28T08:27:33.073-03:00</updated><title type='text'>tristeza pós-moderna.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;depressão é uma palavra que conhecemos, mas eu mesma não a entendo. afinal, o que é estar deprimido? usamos isso em tantos sentidos que não sei mais dizer qual o significado puro, o que é, na verdade, estar doente "disso".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;se ter depressão é se sentir triste com tudo, ser incapaz de ver o lado bom das coisas, não conseguir ver que em tudo há um propósito ainda que as coisas aconteçam negativamente, talvez eu esteja doente. se ter depressão é ter essa sensação de infelicidade respirando no pescoço, talvez eu esteja mesmo deprimida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;eu acho que deveria ser proibido uma pessoa de vinte e três anos sentir esse tipo de infelicidade, insatisfação, dor... aos vinte e três anos todos deveriam ser felizes! há uma vida inteira esperando pela gente lá fora. e um mundo inteiro de descobertas e sensações...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;no entanto, existe essa tristeza pungente que, em algum momento, não tem nem mais explicação. ela só acomete as pessoas, fica dentro delas, desanima... eu ando exausta. eu ando cansada de todas as coisas. e sozinha, muito sozinha. como se eu fosse o último ser humano do planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e se isso é a tal da depressão, talvez eu precise mesmo de algum tratamento. mas eu prefiro acreditar que essa é a tristeza da pós-modernidade. e que todo mundo, em algum momento, se sente assim. aos vinte e três ou aos oitenta e três anos de idade. e o remédio? bem, ainda não descobri. por enquanto tenho enfrentado fortemente os sábados com fones no ouvido, meu edredon e as luzes apagadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;se alguém souber a cura, avise... muitos de nós, cidadãos pós-modernos, agradeceremos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-4364604865598638532?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/4364604865598638532'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/4364604865598638532'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2008/09/tristeza-ps-moderna.html' title='tristeza pós-moderna.'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-509756191480227262</id><published>2008-09-19T12:34:00.002-03:00</published><updated>2008-09-19T13:01:33.504-03:00</updated><title type='text'>jornalistando.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;todo jornalista, antes de ter esse título conferido, passa por uma experiência acadêmica que o obriga a atuar em área que, talvez, não sejam as escolhidas para "seguir carreira". eu mesma, no momento, estou "ralando" na produção de um programa de televisão. e televisão, para mim, é algo distante e impensado. talvez porque, no primeiro período, eu tenha ouvido de uma professora que "a tv é pra gente bonita" e que, portanto, eu deveria me focar em outra mídia. isso ficou em mim, essa semente de incapacidade ficou germinando esses cinco períodos e eu sempre, sempre fugindo de qualquer hipótese de trabalho em televisão, mesmo sabendo que a maior parte dos profissionais da área trabalham atrás da câmera enquanto a fátima bernardes trabalha na frente. mas chega um momento nesses oito períodos que não tem como "fugir da raia". a gente precisa, aliás PRECISA, cursar telejornalismo I e II e, com isso, ter a experiência de produzir, dirigir e "estrelar" reportagens. complicado o negócio, viu? eu tremi nas bases, mas não pude mais adiar... e cá estou eu, em meio a produção de um programa esportivo de doze minutos sobre judô...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;eu cheguei com medo, tive pesadelos sobre as gravações, fui avisada que os câmeras iriam me "sacanear" até não poder mais... parti em direção ao meu primeiro trabalho como repórter completamente aterrorizada pelos meus amigos da área. só que isso tudo aí ficou com cara de "conversinha" perto da delícia de experiência que foi a primeira externa, numa academia, com crianças e adultos treinando judô. foi divertido, foi leve, foi cheio de sorriso... uma experiência que eu recomendo, independente dos nervosismos e da timidez de cada um, se ter caso a sua formação seja de jornalismo. saí de lá orgulhosa de mim, orgulhosa do meu trabalho e até com uma pontadinha de tristeza de ter encerrado aquela parte das atividades... foram dias de stress, de pré-produção, de frio na barriga para que, em duas horinhas, tudo estivesse devidamente gravado só aguardando a mágica edição. eu pensei comigo mesma: nossa, foi tudo muito rápido! quero tudo de novo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;em tese eu teria que me contentar com a emoção da primeira gravação, já que a segunda estava destinada a outra parte da minha equipe de trabalho. fiquei um pouco triste... a adrenalina é indescritível! quisera eu comparar a sensação à de pular de bungee jumping, por exemplo... e deve mesmo ser algo semelhante, que deixa a gente ligado em 220 volts e, até acalmar, leva um tempo. eu queria mais daquilo, um pouquinho mais. parece que essa coisa é viciante, não? e aí, de repente, meu celular toca. era quase meia noite, eu não conseguia dormir revendo na minha cabeça aquelas duas horinhas de gravação...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- ana?&lt;br /&gt;- eu! tudo bem?&lt;br /&gt;- tudo bem...&lt;br /&gt;- deu alguma zebra com a minha gravação?&lt;br /&gt;- não! é que eu queria saber se você não quer ir amanhã no IBDD com a gente pra outra gravação...&lt;br /&gt;- eu posso?!&lt;br /&gt;- pode!&lt;br /&gt;- EU QUERO!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e foi assim que, ao invés de descansar daquela carga de fortes emoções televisivas, eu dormi pouco mais de cinco horas, peguei uma de engarrafamento e fui parar no flamengo para gravar uma matéria sobre judô paraolímpico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;se o clima do dia anterior na academia era de "farra", com crianças e adultos treinando aos montes, muito barulho e muito espaço para a nossa descontração, no IBDD era tudo ao contrário. silêncio, espaço apertado, apenas seis atletas treinando. pensei, de cara, que aquilo não ia dar muito certo... o silêncio inibe a gente mais ainda. e o pessoal já estava suficientemente inibido com medo da câmera! a condição dos atletas, alguns parcialmente e outros totalmente cegos, também deixou o pessoal com um pé atrás. como agir e interagir com eles sem fazer ou dizer alguma coisa errada? clima pesado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fizemos as imagens de treino, gravamos três perguntas com o professor, filmamos os troféus... e, na hora de entrevistar os atletas, o coração ficou pequeno e apertado. primeiro o wilton, cego B2 - classificação que prevê cegueira parcial -, que falou muito sinceramente do quanto estar ali praticando judô o havia ajudado a vencer o preconceitos dos outros.  minha garganta deu um nó. tive vontade de chorar, mas me contive.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;depois, o roberto paixão. esse já era meu "velho conhecido"... eu já tinha ouvido falar muito dele nesses meus quase sete meses de convivência com praticantes de judô. mas estar ali, cara a cara com ele, era, pelo menos, dez vezes mais intimidante. o roberto foi tranqüilo. falou de superação. falou de ser um atleta completo. falou que ser cego não limita, que ser cego não diminui a sua vontade de vencer. as lágrimas que eu contive na frente do wilton começaram a cair... eu fiquei pensando: eu fugi, pelo menos, três períodos de encarar essa matéria e fazer esse trabalho... eu que enxergo, que ouço, que tenho total mobilidade. o roberto tá aqui, dando exemplo, falando pra mim que nada limita ele, que ele não tem medo de nada e nem de ninguém... e ele não enxerga. eu sou mesmo muito pequena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;chorei copiosamente. a gente nunca entende o quão pequeno a gente é até esbarrar numa pessoa gigante. e o roberto paixão é baixinho! *risos* mas é gigante. passou a ser gigante ali naqueles trinta segundos de sonora. e ficou, com toda a certeza, marcado em mim. de tudo que eu aprendi nessa primeira parte do trabalho, de tudo que eu vi e de tudo que eu fiz, vai ser dessa sonorinha do roberto paixão que eu vou lembrar pela minha vida inteira. vai ser dele falando de superação, falando que limite é a gente que cria na nossa cabeça, falando que a gente tem que cumprir com o que é da nossa vontade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e é da minha vontade, agora, dividir um pouco dessa experiência com vocês... assim, nessas linhas desajeitadas mesmo. porque eu não sei dizer direito, com palavras pomposas e tal, o que aquele momento significou para mim. mas eu sei dizer que todo mundo devia ter um momento dessa e pensar na sua pequenez... seja ela qual for, seja ela como for.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-509756191480227262?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/509756191480227262'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/509756191480227262'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2008/09/jornalistando.html' title='jornalistando.'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-1376648049920151333</id><published>2008-09-12T08:52:00.000-03:00</published><updated>2008-09-12T08:53:15.974-03:00</updated><title type='text'>da falta de percepção masculina.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;a amiga lili e eu conversávamos sobre a formulação de uma espécie de tratado científico que explicasse a infinita incapacidade masculina de "perceber". concordei, de imediato, com uma ressalva: existe uma explicação para isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;é fato, homem não percebe. enquanto nós, mulheres, somos sensíveis ao extremo a tudo e qualquer coisa, eles simplesmente "passam direto" por todos os sinais emitidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;veja bem, se eu chego mais cedo em casa e ele mais tarde, eu não ligo porque não vou atrapalhar a aula, o trabalho, etc. mas e ele? não liga quando chega por quê? se eu peço, com todo o jeitinho: "tente não demorar muito depois de tal coisa porque eu vou estar esperando você, tá?", não é "manha"... realmente eu vou estar esperando. se eu não estou risonha e simpática como eu sou normalmente depois de alguma coisa que ele disse ou fez, é sinal de quê foi alguma coisa errada... mas por que eles não percebem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e isso não é só sobre namorado distraído. é sobre pai, sobre irmão, sobre chefe... homem tem essa mania de achar que tudo está sempre normal! e se, minhas amigas, nós quisermos "resolver" esse problema perceptivo, só falando na cara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;vai ver é daí que vem esse papo de que o bom relacionamento é baseado em conversa. se a gente não conversar, não explicar "tim tim por tim tim" a raíz do incômodo, a coisa - por maior que ela seja - continua imperceptível!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;mas já aprendi, e tenho a certeza de que todas vocês também, que isso não tem "correção". homem é assim por natureza mesmo. não percebe e pronto. e não adianta esperar que, milagrosamente, eles passem a perceber os milhares de sinais que a gente deixa para eles todos os dias. o jeito é "se acostumar". ou, ao menos, entender que com eles é na base da conversa mesmo quando as coisas forem difíceis de ser ditas. é respirar fundo, ter coragem e "mandar ver".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a verdade é que depois de dizer todas essas coisas, eu até pensei em encaixar o dito clichê "ruim com eles, pior sem eles"! no entanto, eu acredito mais no "bom com eles, muito bom com eles". imaginem que eu tenho três homens de convívio imediato nessa vida e eles são essenciais. eles nunca, nunca percebem nada mesmo. meu pai, meu irmão e meu namorado são dessa espécie de "distraídos" - ou, talvez, eu que seja sentimental demais -, mas eu não sei viver sem... admito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e eu espero que isso eles sejam capazes de perceber! que eu não vivo sem, que eu amo descaradamente e que, se preciso for, eu digo todos os dias, explico detalhadamente, escrevo um tratado sobre o assunto!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-1376648049920151333?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/1376648049920151333'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/1376648049920151333'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2008/09/da-falta-de-percepo-masculina.html' title='da falta de percepção masculina.'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-4357855630261229434</id><published>2008-09-09T23:27:00.003-03:00</published><updated>2008-09-09T23:46:51.584-03:00</updated><title type='text'>tarja preta, não!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;tenho passado mal os últimos dias. estou insone e, a cada aborrecimento - mínimo que ele seja -, meu estômago põe para fora até o conteúdo que não se encontra nele. aparentemente, esses são dois sintomas que não cabem em nenhuma doença conhecida... e, intrigada com isso, procurei meu médico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- o cabelo está caindo?&lt;br /&gt;- não sei... talvez um pouco mais do que o normal...&lt;br /&gt;- e você tem sentido vontade de chorar?&lt;br /&gt;- sim, sim... freqüentemente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a expressão dele é de que eu não conseguia perceber o mais óbvio. essas alterações que, aparentemente, não têm ligação entre si, fazem muito sentido quando o assunto é um tal de "stress".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"stress", por definição, é  a soma de respostas físicas e mentais de uma incapacidade de distinguir entre o real e as experiências e expectativas pessoais. ou seja, no português bem claro: carga emocional demais para um organismo de vinte e três aninhos, no meu caso. e, embora as pessoas tenham em mente essa idéia de que "stress" está diretamente relacionado a problemas de trabalho, dinheiro e situações dessa mesma linha, o meu é de outra ordem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;eu sei que parece estranho tentar apontar exatamente o que me "estressa", assim aportuguesado mesmo. mas eu tenho uma leve suspeita de que tudo isso tem a ver com essa sensação de abandono, de solidão, que eu venho sentindo... essa solidão horrorosa do mundo, de estar rodeada de tantos e, ainda assim, não ter nenhum consigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;para "corrigir" esse mal, um anti-depressivo leve. fiquei alarmada. o termo "anti-depressivo" me assustou... pensaria em chás, massagens, fins de semana tranqüilos, livros e filmes... mas jamais em remédios "para curar a tristeza", segundo o senso comum. assustei-me. estou olhando para a receita controlada, ela para mim... e decidi que, de algum modo, prefiro continuar tendo dos meus chororôs do que tomar "isso".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;pode até não ser o mais indicado a se fazer, mas eu fico aqui me convencendo de que esse "stress" meu aí vai passar. eu fico repetindo, como num mantra, que as pessoas vão perceber o quanto eu preciso de um pouquinho de mais carinho e de mais atenção e que, quando isso acontecer, eu vou dormir, comer e trabalhar melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;é isso, na minha opinião, que cura qualquer "stress" humano: carinho e atenção. e eu, que adoro mimar os outros, me encontro numa posição em que preciso de mimo... ou, então, de um anti-depressivo leve, segundo meu médico. prefiro contar com a primeira opção. prefiro contar com a bondade no coração dos meus amigos, com a capacidade do meu namorado de perceber que eu mereço um pouquinho mais de espaço na vida dele, com o bom senso da minha família de que quem ficou vivo precisa mais de cuidado do que quem foi para algum lugar melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;tarja preta? sai p'ra lá!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-4357855630261229434?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/4357855630261229434'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/4357855630261229434'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2008/09/tarja-preta-no.html' title='tarja preta, não!'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-7741287368807185934</id><published>2008-09-07T10:23:00.002-03:00</published><updated>2008-09-07T10:40:40.451-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(para meu "ogrinho", pelo seu aniversário.)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;foram anos de sonho. do menino de olhos azuis da oitava série, de uniforme do colégio pedro II, ao músico barbado e ruivo daquela banda pouco convencional que ouço até hoje. conforme eu crescia, o "padrão" mudava. homem ideal? fácil era imaginar. achar é que foi complicado, sabe?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;eu passei por algumas paixões... sempre mais duras em mim, taurina sentimental, que nos objetos de desejo. sofri, mesmo que muitos achem que aos vinte e três anos, sofrer seja um exagero. chorei algumas muitas vezes. tive algumas crises histéricas, é claro, como boa mulher que sou. e parei de comer. me excedi na bebida. na lapa. tentei, de algumas maneiras, "despistar" aquele sentimento de derrota que se enraíza na gente quando um relacionamento, de qualquer espécie, falha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;em fevereiro de dois mil e oito, eu tinha me acostumado a ser "ana solo". minha vida tinha sido moldada para caber nos afazeres acadêmicos, nos "estagiais" e nos fins de semana das inseparáveis companhias das "cajazeiras" vivi e yna, nem que fosse pelo messenger. eu tinha lá um "casinho" ou outro, mas já desacreditada de que aquela coisa superficial de sábado e domingo pudesse se tornar algo sério, algo mais, algo que sempre busquei e, naquele momento, tinha temporariamente apagado da memória. mas do coração, nunca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;então, sabe-se lá porque, você me veio. uma tarde de carnaval, respondendo a scraps no orkut, vi seu "avatar". nos conhecíamos, ainda que "de vista". sempre fomos vizinhos, tínhamos amigos em comum, nunca havíamos nos dado a chance... encontros e desencontros dessa vida, acho. por um segundo pensei que não faria mal, ao menos, fazer um novo amigo. afinal, o máximo que poderia acontecer era você simplesmente não responder aquele scrap "espontâneo"... mas você respondeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e logo passamos ao messenger. um pouco mais, e aos tecnológicos sms, essa mensagenzinhas super práticas do celular. não demorou muito para que, de alguma maneira inexplicável, já fôssemos essenciais um para o outro. e embora eu, desacreditada do potencial do ser humano de amar e doar-se, tenha "enrolado" você por uma semana e meia - se não me engano! -, finalmente você me venceu. é, tomei um &lt;span style="font-style: italic;"&gt;tackle&lt;/span&gt;! *risos* e foi dos bons porque eu caí... mas você me levantou. e agora, quase sete meses depois, estamos aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o aniversário é seu, mas você foi meu melhor presente. quando fechei os olhos para as possibilidades do amor, ele veio e me deu logo um pontapé. parece que tudo sempre esteve aqui, que essa coisa enorme que eu sinto por você, estava a passinhos de mim e eu não pude enxergar... isso que dá ser míope, viu só? *risos*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;pelo dia de hoje eu só tenho que agradecer ao universo... porque &lt;span style="font-style: italic;"&gt;hoje é o seu dia, que dia mais feliz!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-7741287368807185934?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/7741287368807185934'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/7741287368807185934'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2008/09/para-meu-ogrinho-pelo-seu-aniversrio.html' title=''/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-1798214322663798595</id><published>2008-09-05T11:15:00.002-03:00</published><updated>2008-09-05T11:18:20.004-03:00</updated><title type='text'>pedro II, tudo ou nada? tudo!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_ba8t19s_CYM/RvEXfoWjAGI/AAAAAAAAATQ/jG-a8KT0__U/s1600-h/cp2velha.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://bp0.blogger.com/_ba8t19s_CYM/RvEXfoWjAGI/AAAAAAAAATQ/jG-a8KT0__U/s200/cp2velha.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5111892884217593954" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;há quem diga que as verdadeiras experiências de vida vêm com a faculdade. há quem diga que somente durante o período acadêmico é que somos capazes de vivenciar responsabilidade, verdadeira amizade e que isso é diretamente influenciado pelo fato de termos, enfim, liberdade de escolha. há quem diga que a faculdade é o verdadeiro aprendizado da vida.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;não para um ex-aluno do colégio pedro II. não para quem, como eu, viveu oito intensos anos naquela irmandade. porque, em verdade, digo que o colégio pedro II não é apenas uma instituição de ensino mas uma irmandade. o colégio pedro II é uma tradição que passa de pais para filhos. o colégio pedro II é o supra-sumo do já clichê termo "educação para a vida".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e estas não são exaltadas palavras que me vêm à tona em um acesso de saudade, mas qualquer um de nós, dos que tivemos a oportunidade de vestir os uniformes azuis e brancos e de, naturalmente, termos sido advertidos algumas vezes por não estarmos vestindo-os adequadamente, é capaz de proferir o mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;embora antes de me tornar uma cpdiana eu tenha passado por duas ou três outras escolas, hoje em dia, praticamente não recordo-me dos nomes ou dos que estiveram comigo nas salas de aula. no entanto, recordo-me plenamente das sextas-feiras de formação e hino no pátio durante oito anos que voaram como uma semana, recordo-me de todos os inspetores, recordo-me de todos os professores e recordo-me, é claro, de todos os que trilharam essa estrada comigo, temporaria ou permanentemente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ouso hoje, sem medo, dizer que a maior experiência já vivida por mim nestes vinte e dois anos de idade é, de longe, a de ter feito parte dessa elite. sim, porque os alunos do pedro II são elite. porque os alunos do pedro II não recebem a mesma educação que os alunos do colégio corcovado, eles recebem uma ainda mais humanizada. os alunos do colégio pedro II são a elite do ensino para a vida, são a personificação de cada letra, cada número e, mais importante, de cada sentimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;não tivemos os melhores professores ou as maiores cargas-horárias. não tivemos as melhores instalações. não tivemos sempre todo o conforto tecnológico. mas tivemos sempre um sentimento de orgulho, um amor incondicional ao pouco oferecido e ao muito aprendido. não tivemos as bases campeãs para passar "de primeira" nos vestibulares das públicas, mas tivemos total familiaridade com a realidade que elas oferecem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;é com todo o carinho do mundo que carrego em mim, sempre, o grande e eterno orgulho de ser uma ex-aluna do colégio pedro II. é com todo o carinho que digo, sem pejo, que por oito anos fiz parte de uma elite, de uma irmandade, de um intransponível e intocável secto de pessoas que, ainda que não soubesse informática avançada ou biologia prática, sabia valorizar as coisas que são realmente importantes nessa vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ao colégio pedro II eu devo muito dos meus valores. ao colégio pedro II eu devo muito de quem eu hoje sou, do ser humano mais verdadeiramente humano que eu sou. e eu sinto, intensamente, por quem não pôde ter essa linda experiência. apenas recomendo: convivam com alunos do colégio pedro II porque nós, certamente, aprendemos a dividir em nossas jornadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"&lt;span style="font-style: italic;"&gt;uma das mágoas que eu tenho na vida é a de não ter sido, na minha infância ou juventude, aluno do pedro II. andei por colégios mais lúgubres do que a casa do agra. mas há, em mim, até hoje, a nostalgia de não ter estudado ou fingido que estudava lá. a rigor, não são os professores que me interessam no pedro II. nem os seus problemas de ensino. o que me deslumbra no aluno do pedro II não é o estudante, mas o tipo humano. ele deve ser um mau aluno (tomara que seja), mas que natureza cálida, que apetite vital, que ferocidade dionisíaca. olhem para as nossas ruas. em cada canto, há alguém conspirando contra a vida. não o aluno do pedro II. há quem diga, e eu concordo, que ele é a única sanidade mental do brasil. e, realmente, não há por lá os soturnos, os merencórios, os augustos dos anjos. os outros brasileiros deveriam aprender a rir com os alunos do pedro II.&lt;/span&gt;"&lt;br /&gt;~ &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;nelson rodrigues&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;(esse é de setembro de 2007, num dos meus acessos nostálgicos. resolvi repostar aqui porque meu pai queria lê-lo. fica a homenagem aos meus queridos cpdianos!)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-1798214322663798595?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/1798214322663798595'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/1798214322663798595'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2008/09/pedro-ii-tudo-ou-nada-tudo.html' title='pedro II, tudo ou nada? tudo!'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_ba8t19s_CYM/RvEXfoWjAGI/AAAAAAAAATQ/jG-a8KT0__U/s72-c/cp2velha.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-2678715355973758517</id><published>2008-09-04T10:39:00.004-03:00</published><updated>2008-09-04T11:00:57.382-03:00</updated><title type='text'>solidão assistida.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"a minha solidão é a do planeta, eu sei." &lt;/span&gt;- (oswaldo montenegro)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;todos os dias pego os mesmos ônibus, vou para os mesmos lugares, faço as mesmas coisas... um ciclo, em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;looping&lt;/span&gt;, uma liberdade pressuposta, uma solidão assistida. estou só ainda que comprimida pela superlotação de pessoas no 438 via túnel rebouças. estou só entre trinte e nove outros alunos da minha turma. estou só entre os outros colaboradores da tv estácio. estou só nas ruas. estou só em casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;insisto em repetir o clichê que "só a mudança é permanente". mas a mudança hoje é uma mudança igual. a mesma mudança que veio para os meus avós, veio para os meus pais, vem para mim. ainda que com toques sutis de "novidade", a essência dos acontecimentos é a mesma: estamos todos presos a otimização do tempo nesses dias e, consequentemente, a otimização dos sentimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;otimizar um sentimento é tornar-se robótico. hoje me dei conta do quão mecânica eu sou dentro dessa coisa toda que é imposta como "maneira correta de se viver". tenho hora para sair, para chegar, para comer, para dormir... tudo em função do obedecimento desse ciclo de mesmos ônibus, mesmos lugares, mesmas coisas. onde está o elemento surpresa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;percebi que não espero mais ligações diferentes no celular. posso catalogar todas as que recebo. minha mãe me liga para saber se almocei, se vou almoçar, se lembrei de ir ao médico/banco/cabelereiro... meu pai me liga para saber se estou em casa, se vou chegar em casa, se eu sei onde está minha mãe - que, incrivelmente, parece nunca atender o celular quando ele liga! meus colegas me ligam para saber de matéria tal que está sendo feita, de trabalho tal que precisa ser entregue, de exercício tal para aula tal de professor tal... meu namorado me liga estritamente quando eu peço para que ele me avise se vai passar em minha casa ou não. a operadora de celular me liga para me oferecer um novo plano... plano esse desnecessário, já que as minhas ligações são pontuais e cabem perfeitamente no meu plano atual. as pessoas não ligam porque precisam ouvir a minha voz... não mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;percebi, também, que não espero visitas. se a campainha toca enquanto estou em casa, certamente é algum entregador, algum marcador ou o carteiro. ninguém, hoje em dia, tem o tempo disponível de tocar a campainha de outra pessoa só porque sentiu saudade, porque queria ver e conversar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;estou sozinha. e vivenciando aquela solidão que todos dizem ser a pior... aquela solidão de ser sozinho entre muitos. todos nós, em algum momento, somos sozinhos entre muitos. seja todas as manhãs no mesmo ônibus que, por via de regra, carrega as mesmas pessoas para os mesmos lugares. todos nós conhecemos, nos habituamos uns aos outros, mas nos mantemos sós em nós mesmos. às vezes isso acontece dentro da nossa própria casa. cada um tem seu quarto, sua televisão, seu computador, seus livros e discos... e ninguém tem um motivo para conversar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;triste é saber que a gente se acostuma com isso. a gente se acostuma a não esperar por uma coisa boa e diferente nos nossos dias. a gente se acostuma a caber nessa solidão e ter hora e regra para tudo... corpo e coração se acostumam com os horários até para receber carinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e vamos vivendo essa mecanização do que costumava ser humano... ficando cada dia mais sozinhos em nós mesmos, com medo até de nos expressarmos espontâneamente... o que diriam os outros robôs a nossa volta se, porventura, resolvêssemos quebrar esse ciclo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;somos uma boiada caminhando junta, mas sem interagirmos. e, por mais triste que isso soe, estamos acostumados e acreditamos que isso seja normal. eu mesma não acredito mais em surpresas... apenas em acontecimentos que podem estar maquiados de novidade, mas são sempre, em essência, a mesma coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e em essência, estamos todos sós.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-2678715355973758517?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/2678715355973758517'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/2678715355973758517'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2008/09/solido-assistida.html' title='solidão assistida.'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-4202606381113132506</id><published>2008-08-26T14:03:00.003-03:00</published><updated>2008-08-26T14:05:07.495-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>ana é nascente&lt;br /&gt;é fonte, fortaleza, fruta&lt;br /&gt;dá água na boca, punge&lt;br /&gt;ana é coisa, é quebra-cabeça&lt;br /&gt;é pedaço de inteiro em caco&lt;br /&gt;espalhado...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-4202606381113132506?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/4202606381113132506'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/4202606381113132506'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2008/08/ana-nascente-fonte-fortaleza-fruta-d.html' title=''/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' 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height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-7519766330815508559?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/7519766330815508559'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/7519766330815508559'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2008/08/de-p-quebrado.html' title='de pé quebrado.'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-7770812193691674575</id><published>2008-08-04T19:23:00.008-03:00</published><updated>2008-08-04T23:31:18.055-03:00</updated><title type='text'>gabi veiga</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_ba8t19s_CYM/SJeCrekGOtI/AAAAAAAAArw/lgMKO33GBeU/s1600-h/gabi+veiga.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp0.blogger.com/_ba8t19s_CYM/SJeCrekGOtI/AAAAAAAAArw/lgMKO33GBeU/s320/gabi+veiga.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5230793175664573138" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;um sonho trapezista&lt;br /&gt;às vezes, eqüilibrista&lt;br /&gt;sempre menina gabi&lt;br /&gt;um sonho maquiado&lt;br /&gt;no pano, pendurado&lt;br /&gt;do jeito que nunca vi&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;senhora do fernando&lt;br /&gt;a moça que voa&lt;br /&gt;sorri, gabi, à toa&lt;br /&gt;e a gente sorri cantando&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;um circo de poema&lt;br /&gt;senhorita, dona, canção&lt;br /&gt;do tamanho de um botão&lt;br /&gt;boneca de pano pequena&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-7770812193691674575?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/7770812193691674575'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/7770812193691674575'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2008/08/gabi-veiga.html' title='gabi veiga'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_ba8t19s_CYM/SJeCrekGOtI/AAAAAAAAArw/lgMKO33GBeU/s72-c/gabi+veiga.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-2551509135372813305</id><published>2008-08-03T12:23:00.003-03:00</published><updated>2008-08-03T12:26:46.627-03:00</updated><title type='text'>a lucas alvares.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;poetinha esse rapaz, futuro jornalista de garbo. me compôs uma ode, certa vez. hoje reli, deixei lágrimas escorrerem pela face... lembranças. ambos buscávamos aquela peça que nos completaria e, hoje, a temos. cada um com seu cada um, seu par... no entanto, somos gêmeos. almas gêmeas de amor fraterno inenarrável. acredito em lucas alvares, lucas alvares acredita em mim. acreditamo-nos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a lucas alvares, um carinho.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-2551509135372813305?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/2551509135372813305'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/2551509135372813305'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2008/08/lucas-alvares.html' title='a lucas alvares.'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-9115981380428057830</id><published>2008-05-20T17:04:00.002-03:00</published><updated>2008-05-20T17:05:38.801-03:00</updated><title type='text'>small poem about how useless politics are when i'm with you.</title><content type='html'>i don't care about china and tibet&lt;br /&gt;politics have no use for me&lt;br /&gt;but there's one thing i know&lt;br /&gt;and i live for from now on&lt;br /&gt;being with you.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-9115981380428057830?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/9115981380428057830'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/9115981380428057830'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2008/05/small-poem-about-how-useless-politics.html' title='small poem about how useless politics are when i&apos;m with you.'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-2339089319278209318</id><published>2008-04-16T00:07:00.005-03:00</published><updated>2008-09-04T11:09:49.634-03:00</updated><title type='text'>poema para uma voz.</title><content type='html'>eu acho a tua carcaça algo de extraordinário&lt;br /&gt;acho a lembrança da tua casa um belo cenário&lt;br /&gt;acho esse teu esforço um passo ao contrário&lt;br /&gt;em direções que desconheces, que esqueces&lt;br /&gt;e memórias que aqueces em páginas de diário&lt;br /&gt;acho tudo uma beleza, acho tudo da tua natureza&lt;br /&gt;acho que a tua coisa é toda assim formidável&lt;br /&gt;e acho, sinceramente, interminável&lt;br /&gt;isso que se sente, que se entende&lt;br /&gt;e que não se compreende apenas na tristeza&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;eu acho esse teu tom de verdade&lt;br /&gt;a maior mentira.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-2339089319278209318?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/2339089319278209318'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/2339089319278209318'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2008/04/poema-para-voz.html' title='poema para uma voz.'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-3882867761970975425</id><published>2008-04-09T22:26:00.005-03:00</published><updated>2008-04-13T21:16:18.114-03:00</updated><title type='text'>prosa poética para rafael.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;não me recordo da infância, tampouco da adolescência. há um gosto doce que fica, no entanto, as imagens são turvas, embaçadas. até o dia de ontem não é mais tão claro. e de hoje em diante, a minha melhor lembrança é você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;foi-se o tempo de menina, de boneca, de escola. foram-se as festinhas americanas, os namoricos nos intervalos, dividir o lanche da cantina. foi-se, ainda, aquele primeiro relacionamento mais longo em que ambos acreditavam, ainda sabendo dos incontáveis anos que tinham a viver e das inúmeras pessoas que ainda cruzariam seus caminhos, serem feitos "para casar". tudo isso é fosco e ficou entre curvas do caminho desde que você chegou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;hoje eu peço você em casamento. peço que você me proteja quando escuto os barulhos de tiro, um mal recorrente de se morar no rio de janeiro. eu faço você prometer que gostou da nova cor e do novo corte do meu cabelo. eu olho nos seus olhos e, às vezes, eu nem preciso dizer que amo. você já sabe mesmo. hoje você é a personificação da esperança que eu sempre tive, de tudo em que acreditei, do verdadeiro "amar e ser amado". é você que, em apenas quase dois meses, fez-me saber sensações diferentes como o "ter dez anos aos vinte e dois".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;não me recordo da infância, da adolescência, dos outros amores antigos. na minha memória, agora, você. como se, por uma vida inteira, estivessemos juntos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"honestamente, eu só quero te dizer:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;eu acertei o pulo quando te encontrei."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;(&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;sinceramente&lt;/span&gt;; cachorro grande.)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-3882867761970975425?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/3882867761970975425'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/3882867761970975425'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2008/04/prosa-potica-para-rafael.html' title='prosa poética para rafael.'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-2908270349848945684</id><published>2008-03-30T19:52:00.003-03:00</published><updated>2008-03-30T19:54:57.706-03:00</updated><title type='text'>poema para o choro repentino.</title><content type='html'>o querer chorar que não se sufoca&lt;br /&gt;e que rompe o silêncio dos lábios&lt;br /&gt;irrompe majestoso e em alarde&lt;br /&gt;os olhos então enchem-se num vermelho&lt;br /&gt;o mar verde se afoga em sofreguidão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e não sei porquê choro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-2908270349848945684?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/2908270349848945684'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/2908270349848945684'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2008/03/poema-para-o-choro-repentino.html' title='poema para o choro repentino.'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-7557165398370949545</id><published>2008-03-11T19:51:00.006-03:00</published><updated>2008-03-11T20:02:43.392-03:00</updated><title type='text'>um poema para ser mulher.</title><content type='html'>ser mulher é complicado&lt;br /&gt;dói muito, parece errado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ser mulher é agridoce&lt;br /&gt;é como se a gente nem fosse&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ser mulher é, às vezes, não ser&lt;br /&gt;ou não sei, sei lá&lt;br /&gt;será?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ser mulher é, por tantas vezes, chorar&lt;br /&gt;em público, baixinho, em coro, sozinha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ser mulher é ser rainha na cozinha&lt;br /&gt;e reinar soberana no lar&lt;br /&gt;ou não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ser mulher é uma coisa louca&lt;br /&gt;é ter veludo na boca, espora no calcanhar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ser mulher é ser riso, é ser flor&lt;br /&gt;é ser amor, com ou sem se dar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ser mulher é turbilhão, é energia&lt;br /&gt;é emoção que desnorteia e irradia&lt;br /&gt;é pesar e é também sofreguidão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ser mulher é ato, é fato&lt;br /&gt;é caso, descaso, conjuntura&lt;br /&gt;é ter muito jogo de cintura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ser mulher é um barato&lt;br /&gt;é deixar muito homem de quatro&lt;br /&gt;esperando uma reação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ser mulher é, sobretudo, uma dádiva&lt;br /&gt;quem dá a vida é que sabe, não tem explicação&lt;br /&gt;é ser uma com o universo na nossa barriga&lt;br /&gt;compreender que nunca se está só sendo mulher&lt;br /&gt;ainda que apenas no coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;(não gostei muito. mas esse foi "encomenda". paciência, não é?)&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-7557165398370949545?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/7557165398370949545'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/7557165398370949545'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2008/03/um-poema-para-ser-mulher.html' title='um poema para ser mulher.'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-7336753927341056822</id><published>2008-03-05T09:11:00.006-03:00</published><updated>2008-03-07T00:24:40.069-03:00</updated><title type='text'>poema para marina(s).</title><content type='html'>uma marina atormenta&lt;br /&gt;de maneiras singulares&lt;br /&gt;tira o sono de um daniel&lt;br /&gt;tira lágrimas de seus pesares&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;uma marina, não sei&lt;br /&gt;pode ser morena ou não ser&lt;br /&gt;uma tem semblante, a outra não&lt;br /&gt;é apenas um nome distante&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;uma marina é uma coisa&lt;br /&gt;um objeto expiativo de culpa&lt;br /&gt;para um, uma realidade&lt;br /&gt;para outro, utopia ambulante&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;uma marina é caso, é descaso&lt;br /&gt;é ao que preciso estar acostumado&lt;br /&gt;e ao que ele precisa se desacostumar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;esse mesmo nome de mulher,&lt;br /&gt;marina, é uma sina.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-7336753927341056822?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/7336753927341056822'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/7336753927341056822'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2008/03/poema-para-marinas.html' title='poema para marina(s).'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-508442616234654025</id><published>2008-02-26T16:27:00.003-03:00</published><updated>2008-02-26T16:31:22.948-03:00</updated><title type='text'>poema simples para joyce.</title><content type='html'>eu passarinho&lt;br /&gt;tu passarinhas&lt;br /&gt;joyce passarinha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e voa, só ou acompanhada&lt;br /&gt;passarinhando por essa estrada&lt;br /&gt;infinita highway que é a vida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;vai batendo as asinhas&lt;br /&gt;e criando pequenos redemoinhos&lt;br /&gt;fazendo o vento que entorta a flor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;des-ventura, aventura&lt;br /&gt;vai joyce por entre as nuvens&lt;br /&gt;enquanto todos passarão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;só ela (é) passarinha.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-508442616234654025?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/508442616234654025'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/508442616234654025'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2008/02/poema-simples-para-joyce.html' title='poema simples para joyce.'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-5247770698767244853</id><published>2008-02-18T22:49:00.005-03:00</published><updated>2008-02-18T23:36:35.098-03:00</updated><title type='text'>poema para um músculo involuntário.</title><content type='html'>uma vez que não pensa, só pulsa&lt;br /&gt;e pula em desespero ao menor sinal&lt;br /&gt;corre atrapalhado no vale da memória&lt;br /&gt;tropeça, cai, levanta e resolve encontrar&lt;br /&gt;outra futura lembrança para poder cuidar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;menina, esse seu coração&lt;br /&gt;indeciso como ele só&lt;br /&gt;monta e desmonta&lt;br /&gt;mas é puro, tão puro&lt;br /&gt;que me dá é muita dó.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"chego voando pra te visitar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; talvez, por engano, eu venha te beijar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; mudo meu plano pra não te machucar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;tô aqui soprando o que alumia meu cantar..."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;(&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;soprano&lt;/span&gt;; o teatro mágico.)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-5247770698767244853?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/5247770698767244853'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/5247770698767244853'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2008/02/poema-para-um-msculo-involuntrio.html' title='poema para um músculo involuntário.'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-8875271642306857472</id><published>2008-02-18T18:00:00.006-03:00</published><updated>2008-02-18T18:13:29.512-03:00</updated><title type='text'>poema para uma conversa virtual.</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;~ diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;há algo em ana.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;ana diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;como assim?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;~ diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;há algo na mulher chamada ana.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;há algo em ana que não me deixa ser indiferente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;ana diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;você é indiferente as mulheres?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;~ diz:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;sim, às vezes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;ana diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;como é possível?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;~ diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;sou indiferente aos seres humanos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;ana diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;mas não as anas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;~ diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;pois é.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;anas são anas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;não há, para anas, a indiferença&lt;br /&gt;ainda que um nome não explique&lt;br /&gt;não justifique ou sequer complique&lt;br /&gt;uma situação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;de todas as anas que passaram&lt;br /&gt;eu gostaria de ficar, de estar&lt;br /&gt;de todas as anas, loiras ou morenas&lt;br /&gt;eu gostaria de ser a mais colorida&lt;br /&gt;e gostaria de, nessa rima quebrada,&lt;br /&gt;ser parte ativa da sua vida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por ana, com ana e em ana&lt;br /&gt;seja o que for ou o que puder&lt;br /&gt;com ou sem limite de paciência&lt;br /&gt;o que a ana quer, a ana ganha&lt;br /&gt;ou  meramente brinca e se engana&lt;br /&gt;num estranho bem-querer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;ana diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;impressionante.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;você me surpreende todos os dias.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;~ diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;eu sei.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;ana diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;de maneiras consideravelmente assustadoras.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;~ diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;eu sou assim.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;algumas pessoas conseguem conviver.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;ana diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;não é fácil ser indiferente a você.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;~ diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;não é.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;geralmente não gostam de mim.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;ana diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;não vou dizer que não compreendo tais pessoas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;~ diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;não são anas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;ana diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;até anas têm seu limite de paciência.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;~ diz:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;sim.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;e não estou tentando testá-lo.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-8875271642306857472?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/8875271642306857472'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/8875271642306857472'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2008/02/poema-para-uma-conversa-virtual.html' title='poema para uma conversa virtual.'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-7272864329162077126</id><published>2008-02-16T01:59:00.009-02:00</published><updated>2008-02-16T17:23:59.194-02:00</updated><title type='text'>poema pequeno e sujo para dêvê.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(flutuam em mim pensamentos sobre o meu repentino estado de esquecimento. que nada rime, afinal. e que nada lembre o esboço de sorriso que eu conheci.  fechemos os olhos juntos. porém, separados.)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;deve haver,&lt;br /&gt;em você&lt;br /&gt;um sentimento qualquer&lt;br /&gt;uma sensação que lembre&lt;br /&gt;o toque suave de uma mulher&lt;br /&gt;deve haver&lt;br /&gt;em algum lugar dentro&lt;br /&gt;do prato fundo que você é&lt;br /&gt;do poço escuro da sua alma&lt;br /&gt;o desespero dessa sua calma&lt;br /&gt;ah, deve haver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"esse foi um beijo de despedida&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; que se dá uma vez só na vida&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; que explica tudo sem brigas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;e clareia o mais escuro dos dias."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;(&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;você vai lembrar de mim&lt;/span&gt;; nenhum de nós.)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-7272864329162077126?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/7272864329162077126'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/7272864329162077126'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2008/02/poema-pequeno-e-sujo-para-dv.html' title='poema pequeno e sujo para dêvê.'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-2056276239988939092</id><published>2008-02-16T01:36:00.009-02:00</published><updated>2008-02-16T02:12:55.522-02:00</updated><title type='text'>prosa poética para quem leu caio f.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/R7ZiarOMuGI/AAAAAAAAAjI/nCcGbyL8xmo/s1600-h/imagem+443+II.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/R7ZiarOMuGI/AAAAAAAAAjI/nCcGbyL8xmo/s200/imagem+443+II.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5167425832872622178" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(caio f. me entenderia. acho que, em especial, porque ele entendeu de fazer muitas coisas erradas, pedir desculpas, amar pessoas erradas e escrever sobre elas. caio f., certamente, me entenderia.)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;eu sou diferente do que eu escrevo. o que eu escrevo é um momento e cada momento há de passar. assim sendo, tudo que escrevo se perde. e se perdendo de mim faz com que, automaticamente, eu seja diferente agora do que escrevi há dois anos atrás. é como mágica. não passa de ilusão, de uma alusão ao real momentâneo. cada segundo é criação e morte de uma nova nuance sentimental. será que você me entende? será que você entende quando me lê que eu escrevo para você?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o escritor é mesmo um ser cruel que inventa e vive apaixonando-se pelo menos óbvio, buscando incessantemente um sofrimento qualquer que se transponha para o papel. vou assim matando-me. e faço isso para que você me leia em diferentes situações. rasgo o que for antigo, o que eu disse e precisou, por motivo qualquer, ser &lt;span style="font-style: italic;"&gt;desdito&lt;/span&gt;. rasgo as lembranças em prol do que virá, se é que virá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;você me vê até como um pedaço de carne, como uma garotinha de vinte e poucos anos, como um par de pernas, um par de seios e uma boca saliente. mas você não sabe - creio eu que não saiba, não há como saber - que é exercendo essa miserável sina de quem escreve que ponho todas as diferenças, todos os diferentes momentos, todas as diferentes nuances do meu sentimento aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"é porque é para você, para você que escrevo — e não entende nada."**&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;and then, one day he said:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;'girl it's been nice, but i have to go sailing'&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;with cinnamon lips &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;that did not match his eyes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;he let me go.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;(&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;snow cherries from france&lt;/span&gt;; tori amos.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;** in &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;anotações insensatas&lt;/span&gt;, caio f.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-2056276239988939092?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/2056276239988939092'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/2056276239988939092'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2008/02/prosa-potica-para-quem-leu-caio-f.html' title='prosa poética para quem leu caio f.'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/R7ZiarOMuGI/AAAAAAAAAjI/nCcGbyL8xmo/s72-c/imagem+443+II.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-2196795964790110988</id><published>2008-02-15T00:10:00.006-02:00</published><updated>2008-02-16T01:59:09.672-02:00</updated><title type='text'>poema para a previsibilidade masculina.</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(com a marca que fica na pele ardida daquela lembrança. agora, seja lá o que for, valeu a pena.)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o primeiro encontro é de desejo velado&lt;br /&gt;de imaginar até onde chegam as mãos&lt;br /&gt;de observar o vai-e-vem das coxas&lt;br /&gt;e o estranho e sensual formato da boca&lt;br /&gt;de falar no ouvido quase sussurrando&lt;br /&gt;esperar que os pêlos dela se eriçem&lt;br /&gt;que assim se aguçem os seus sentidos&lt;br /&gt;de fazer carinho, beijar devagarzinho&lt;br /&gt;e dos dedos correrem pela nuca&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;enquanto isso, despe-a com os olhos&lt;br /&gt;testa seus limites no corpo-a-corpo&lt;br /&gt;você e a sua técnica do óbvio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"se lembra quando alguém deixou a mão aí&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;era a primeira vez que você se expunha&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;e aqui estamos nós, vamos nos repetir&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; escalar as nuvens com as unhas."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;(&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ora bolas&lt;/span&gt;; rockz.)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-2196795964790110988?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/2196795964790110988'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/2196795964790110988'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2008/02/poema-para-previsibilidade-masculina.html' title='poema para a previsibilidade masculina.'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-2490536597678353841</id><published>2008-02-14T12:32:00.009-02:00</published><updated>2008-09-04T10:38:04.052-03:00</updated><title type='text'>poema para um quase-alguém</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/R7ReX7OMuCI/AAAAAAAAAio/zKltwXqco08/s1600-h/Imag002+II.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/R7ReX7OMuCI/AAAAAAAAAio/zKltwXqco08/s400/Imag002+II.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5166858437628049442" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o quase-prazer&lt;br /&gt;é o quase-momento&lt;br /&gt;em que eu e você&lt;br /&gt;quase nos encontramos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;portanto, o quase-prazer é isso&lt;br /&gt;estar no meio dessa gente toda&lt;br /&gt;andando pelas mesmas ruas&lt;br /&gt;tomando as mesmas conduções&lt;br /&gt;bebendo nos mesmos copos dos mesmos bares&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o quase-prazer é esse instante roubado&lt;br /&gt;em que me levanto e abro a janela, me espreguiço&lt;br /&gt;em que o serguei toca no rádio, se é que isso é possível&lt;br /&gt;é um suspiro indelével dos chistes do destino&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;quase é o muro bege&lt;br /&gt;ou seriam as janelas do prédio vizinho?&lt;br /&gt;quase é o cachorro que late&lt;br /&gt;quase são os amigos em comum&lt;br /&gt;quase é um mero detalhe&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;dormir junto separado é quase&lt;br /&gt;e quase é ter a foto na cabeceira&lt;br /&gt;quase é dançar desengonçado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;um quase-prazer, eu diria&lt;br /&gt;é brincar de gato e rato&lt;br /&gt;esperando que, um dia&lt;br /&gt;um lado quase ceda&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;uma quase-preguiça, um quase-riso&lt;br /&gt;uma quase-timidez, sua quase-simpatia&lt;br /&gt;o quase é quase nada mas pode ser muita coisa&lt;br /&gt;um quase-tudo, dependendo do dia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;quase-você&lt;br /&gt;é como eu gosto de chamar&lt;br /&gt;esse meu quase-prazer&lt;br /&gt;de conhecer sem conhecer&lt;br /&gt;e de provocar sem nem saber&lt;br /&gt;se um dia, um quase-dia, quiçá&lt;br /&gt;a gente se encontra p'ro acerto de conta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"their words, mostly noises&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; ghosts with just voices&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; your words in my memory&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; are like music to me..."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;(&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;set fire to the third bar&lt;/span&gt;; snow patrol.)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-2490536597678353841?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/2490536597678353841'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/2490536597678353841'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2008/02/poemas-para-uma-mesma-pessoa.html' title='poema para um quase-alguém'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/R7ReX7OMuCI/AAAAAAAAAio/zKltwXqco08/s72-c/Imag002+II.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-5677630063105686788</id><published>2008-02-13T22:40:00.013-02:00</published><updated>2008-02-16T17:13:28.476-02:00</updated><title type='text'>poema para o resto.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(restou uma velha mania de querer atingir com palavras. mas, por mais que eu as ame, na próxima ventania estaram espalhadas com os restos. o seus, os meus, os nossos.)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o resto é o que fica do que um dia foi&lt;br /&gt;e se foi, já não é nada&lt;br /&gt;ainda que se queira ser,&lt;br /&gt;não é&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o resto de você resta em mim&lt;br /&gt;e é o que resta da festa&lt;br /&gt;todo resto já foi um todo e, agora,&lt;br /&gt;não é&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o resto não é caminho, é sobra&lt;br /&gt;e o que sobra, houve em demasia&lt;br /&gt;o resto que ainda nos resta&lt;br /&gt;é só esse resto de agonia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"&lt;span style="font-style: italic;"&gt;it's in the water, baby, it's in the pills that pick you up&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; it's in the water, baby, it's in the special way we fuck&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; it's in the water, baby, it's in your family tree&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; it's in the water, baby, it's between you and me."&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;(&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;post blue&lt;/span&gt;; placebo.)&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-5677630063105686788?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/5677630063105686788'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/5677630063105686788'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2008/02/poema-para-o-seu-resto.html' title='poema para o resto.'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-722793420627887969</id><published>2008-01-21T13:12:00.003-02:00</published><updated>2008-02-16T02:21:48.402-02:00</updated><title type='text'>prosa poética em id.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(às vítimas do meu id, perdão. ao meu id, obrigada. à lapa, um desejo tímido de retorno. parece que lá todas as noites são do id. um verdadeiro paraíso, eu diria.)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;deixo meu id me sustentar. a minha boca procura outras bocas, os meus pés flutuam leves sobre o chão. deixo meu id reger as noites de fim de semana, deito-me. a minha pele busca um calor intenso, &lt;span style="font-size:130%;"&gt;meu desejo é imenso&lt;/span&gt;, infinito, inefável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e pode até ser preenchimento de vazio psicológico, se assim você preferir categorizar. mas eu chamo de &lt;span style="font-size:130%;"&gt;instinto&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;tranca o super ego. &lt;span style="font-size:130%;"&gt;as noites devem ser do id&lt;/span&gt;, do impulso. as noites devem ser do amor perpetuado, &lt;span style="font-size:130%;"&gt;num corpo só&lt;/span&gt;, como for.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-722793420627887969?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/722793420627887969'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/722793420627887969'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2008/01/deixo-meu-id-me-sustentar.html' title='prosa poética em id.'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-5301235437156966310</id><published>2008-01-18T18:50:00.002-02:00</published><updated>2008-02-14T09:46:50.198-02:00</updated><title type='text'>poema para a ana (a partir de ana cañas)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;dois olhos, uma boca&lt;br /&gt;dois braços, duas mãos&lt;br /&gt;duas pernas e dois pés&lt;br /&gt;vinte dedos tortinhos&lt;br /&gt;e unhas, às vezes, roídas&lt;br /&gt;orelhas com dois furos, cada&lt;br /&gt;nariz que não desponta e nem aponta&lt;br /&gt;dentes ortodônticamente corrigidos&lt;br /&gt;e cabelos vermelhos com raízes loiras&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;sorri&lt;br /&gt;bebe, come, se arrepende&lt;br /&gt;lê, escreve, ouve e dorme&lt;br /&gt;dorme muito, dorme pesado&lt;br /&gt;beija e, às vezes, ama&lt;br /&gt;malha e sua "pra caramba"&lt;br /&gt;pensa, mas tem o impulso como amigo&lt;br /&gt;toma pílula, toma banho de mar, toma cerveja com a vivi&lt;br /&gt;dança desengonçada, cai de noite na lapa, esquece das coisas&lt;br /&gt;e se esquece nas coisas da vida que por ela passa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;já beijou primo, já tomou banho de chuva&lt;br /&gt;já chorou com a cara no travesseiro&lt;br /&gt;e morreu por dentro&lt;br /&gt;e renasceu vitoriosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;já fez de conta, já acreditou, já conseguiu&lt;br /&gt;já entendeu, já tentou, já decidiu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;é ana molly, ana júlia, ana palindrômica&lt;br /&gt;é a menina ana do fernando e do mar&lt;br /&gt;é a ana que começa a mudar&lt;br /&gt;e mudando ela vai&lt;br /&gt;e mudando, não vai parar&lt;br /&gt;e mudando ela rodopia&lt;br /&gt;a ana boneca de pano&lt;br /&gt;a ana mistério e magia&lt;br /&gt;da franja que esconde os olhos&lt;br /&gt;e das bochechas rosadas e macias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ana, com um "n" ou com dois&lt;br /&gt;fotógrafa de momento, por acidente&lt;br /&gt;futura jornalista renitente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;muito prazer,&lt;br /&gt;a ana hoje é tudo que ela quer ser&lt;br /&gt;(a ana sou eu.)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-5301235437156966310?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/5301235437156966310'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/5301235437156966310'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2008/01/dois-olhos-uma-boca-ocasionalmente-duas.html' title='poema para a ana (a partir de ana cañas)'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-4831535280935036526</id><published>2008-01-16T22:25:00.001-02:00</published><updated>2008-02-13T23:04:51.655-02:00</updated><title type='text'>prosa poética para observar o amado.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;eu vou ficar aqui olhando você, enquanto você observa um ponto cego no meio das luzes da mém de sá. e você vai mastigar aquele pedaço de massa. e você vai me mastigar junto. e vai mastigar minha alma, vai mastigar meu coração, vai mastigar todo e qualquer sentimento. eu vou ficar aqui ouvindo o barulho dos seus dentes e da sua respiração. e vou observar atentamente a irregularidade da sua barba descendo pelo queixo, subindo pela nuca, áspera e escura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;silêncio. não me peça para dizer nada. esse momento pede silêncio e concentração. quero fotografar você nas minhas lembranças. assim, vulnerável. tão perdido nos próprios pensamentos como se nada pudesse interferir, como se o mundo ao seu redor não estivesse ali. silêncio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;eu não entendo das razões de ser ou estar, de transformar ou de ter. mas eu entendo da razão de sentir. ou melhor, da não-razão. o sentir fica muito irracional nesse segundo em que o resto do universo se cala e eu posso gravar você na minha memória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;um dia, virá o fim à galope. você sabe, eu sei. um dia ele chega. e o que vai me restar é essa sua imagem, a meia luz desse restaurante, procurando na distância um foco, procurando em você mesmo o que fazer, o que dizer, no que acreditar. não vai ter som. talvez nem tenha cor. só vai ter a sua essência, o "você" que é realmente você, de expressão perturbada e ar melancólico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;eu quero e vou ficar aqui observando você, sem uma palavra sequer. sem contar dos dias que vieram antes, sem pensar nos dias que poderão vir depois. pois o fim... o fim pode chegar ao amanhecer quando essas luzes derem lugar a um sol que vai refletir nos arcos. mas eu vou ter você em mim como só eu sei que posso ter, capturado do jeito que eu quis, para lembrar como eu bem entender.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-4831535280935036526?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/4831535280935036526'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/4831535280935036526'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2008/01/eu-vou-ficar-aqui-olhando-voc-enquanto.html' title='prosa poética para observar o amado.'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-7487141137013235964</id><published>2008-01-14T01:48:00.001-02:00</published><updated>2008-01-14T02:13:40.695-02:00</updated><title type='text'>poema para pensamentos angustiantes.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;vou me abrir para o mundo&lt;br /&gt;deixar que este me violente&lt;br /&gt;os meus sonhos são pedaços, apenas&lt;br /&gt;de uma alegria descontente e descontentada&lt;br /&gt;de uma esperança já esquecida, amargurada&lt;br /&gt;de um silêncio sem fim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;vamos dormir agora nessa imensa solidão afã&lt;br /&gt;quem sabe, por fortuna nossa, não acordemos amanhã&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e que nos levem pelas mãos as parcas, as carontes, os barqueiros&lt;br /&gt;aqui nada mais nos pertence que essa vontade de partir, urgente&lt;br /&gt;que esse medo ungindo nossos pensamentos, nossas atitudes&lt;br /&gt;que esse gosto amargo, esse suor, esse sangue, esse cigarro&lt;br /&gt;que essa maledicência, essa indecência, essa sacanagem&lt;br /&gt;que essa sujeira, essa besteira, essa fome, essa sede insaciável&lt;br /&gt;que esse desejo, essa volúpia, essa nossa pouca vergonha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;morramos aqui, ardendo em nossas peles&lt;br /&gt;ardendo perenes no que realmente somos&lt;br /&gt;um par de humanos degradados e vis&lt;br /&gt;ardendo na nossa luxúria descompassada&lt;br /&gt;ardendo no sexo, no impreciso amplexo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;eu já não pergunto mais quem tu és&lt;br /&gt;tanto faz.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-7487141137013235964?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/7487141137013235964'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/7487141137013235964'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2008/01/vou-me-abrir-para-o-mundo-deixar-que.html' title='poema para pensamentos angustiantes.'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-2681713658793281853</id><published>2007-10-27T23:08:00.001-02:00</published><updated>2008-02-13T23:05:38.121-02:00</updated><title type='text'>poema para os pés do amado.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/RyPkMboZS8I/AAAAAAAAAa0/vGJ3BwFGDw8/s1600-h/imagem+1525+II.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/RyPkMboZS8I/AAAAAAAAAa0/vGJ3BwFGDw8/s320/imagem+1525+II.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5126191703104506818" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;porquê não posso tê-lo por inteiro,&lt;br /&gt;contento-me em homenagear-lhe os pés&lt;br /&gt;são dele os pés que suponho grandes e fortes&lt;br /&gt;para que assim sustentem o peso do ser que é&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;pés alvos que logo ligam-se às pernas&lt;br /&gt;essas que lhe sobem, interligam-se à cintura&lt;br /&gt;e o tronco que tanto admiro extende-se&lt;br /&gt;compreendendo-se em meu infinito desejo&lt;br /&gt;braços, ombros, pescoço e o cabelo escorrendo&lt;br /&gt;no rosto, o sorriso singelo e os olhos pequenos&lt;br /&gt;tudo que há nele paira leve por sobre os pés&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e se hoje pasma sonho com estes entre os meus&lt;br /&gt;é por simplesmente terem caminhado em minha direção&lt;br /&gt;uma mera e quase insignificante vez&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;é porque, em meus sonhos,&lt;br /&gt;com passos mansos vêm seus pés&lt;br /&gt;ao encontro do leito meu.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-2681713658793281853?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/2681713658793281853'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/2681713658793281853'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2007/10/aos-ps-do-amado.html' title='poema para os pés do amado.'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/RyPkMboZS8I/AAAAAAAAAa0/vGJ3BwFGDw8/s72-c/imagem+1525+II.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-8370392556657672443</id><published>2007-10-25T13:13:00.004-02:00</published><updated>2008-09-04T10:39:41.337-03:00</updated><title type='text'>um pseudo-conto de amor.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;o ridículo à primeira vista.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;todas as histórias de amor são, categoricamente, bobas. todas as histórias de amor que o homem inventa são quase que inacreditáveis. e, ainda assim, nós as lemos e suspiramos na eterna espera de que algum dia um pedaço daquilo possa ser nosso. e nunca, nunca é daquele jeito. aí o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;pessoa&lt;/span&gt; me diz que todas as cartas de amor são ridículas. mas o que são as cartas de amor senão a tentativa expressa de se contar uma história boba? obviamente é preciso ser ridículo para se acreditar em tudo que se diz naquelas linhas e nas entrelinhas. apaixonar-se é, portanto, assumir-se ridículo e bobo. e mais ridícula e boba que eu, acredito, ainda está para nascer!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;eu nem bem sei como começar um conto. andei lendo alguns, buscando uma inspiração qualquer. mas a verdade é que todos floreiam demais coisas que nem bem podem ser expressas em palavras. há sempre o sol brilhando, há sempre o céu azul e as flores todas perfeitamente desabrochadas ao longo dos caminhos. mas não na minha história de amor! não era dia. o céu, negro e sem estrelas, era riscado pelas luzes artificiais da lapa e os sons não eram de chuva, rios, animais ou crianças... eram músicas, bêbados, carros e gente sendo, como de costume, assaltada. acima de mim, uma lona. e não era circo, embora o lugar estivesse bem fornido de palhaços. e o vento frio da madrugadinha vinha subindo pela espinha e aplacando o calor que a dança havia deixado na pele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;banhada em minha infinita bobeira, eu o vi. eu, já alegre, com músculos cansados de tentar manter-me de pé no meio de uma multidão de caras pintadas e narizes vermelhos, deixei que meus olhos escorressem do meu rosto. e eles, sozinhos, foram buscar os do outro. não, ele não tinha uma luz própria mas sim um canhão que fazia parecer possível ver a sua aura. e no meio de mais dois ou três, ou talvez quatro, era para ele que meu olhar se voltava. um ser que nem bem atenderia a qualquer padrão de "perfeição" do hoje em dia. no entanto, cabia nos meus sonhos como poucos couberam até a presente data...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;(para pedro, em pedro e com pedro. toda paixão platônica merece, ao menos, umas linhas tortas pelas quais possa ser recordada em ocasiões futuras. obrigada pela adrenalina momentânea que me correu a espinha e fez com que eu vivesse um pouco mais intensamente.)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-8370392556657672443?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/8370392556657672443'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/8370392556657672443'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2007/10/um-pseudo-conto-de-amor-em-oito-partes.html' title='um pseudo-conto de amor.'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8923805628542031035.post-8479670272855122046</id><published>2007-09-26T19:47:00.002-03:00</published><updated>2008-02-14T09:44:38.419-02:00</updated><title type='text'>é a verdade que assombra.</title><content type='html'>&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;param value="http://youtube.com/v/TQzBgIBF_dg" name="movie"&gt;&lt;embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://youtube.com/v/TQzBgIBF_dg" height="350" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;- entre a gente as coisas nunca vão poder ser diferentes...&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;- é... entre a gente nunca vai poder ser diferente...&lt;br /&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8923805628542031035-8479670272855122046?l=datasenomes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/8479670272855122046'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8923805628542031035/posts/default/8479670272855122046'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://datasenomes.blogspot.com/2007/09/blog-post.html' title='é a verdade que assombra.'/><author><name>ANA FONSECA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12410967379374759926</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_ba8t19s_CYM/ScGU5UwVlGI/AAAAAAAABB8/HFnVDLd-53k/S220/h10+013+iii.jpg'/></author></entry></feed>
